Aqu'Alva Stória - IIºEncontro Internacional de Narração Oral da Lusofonia

sexta-feira, 24 de março de 2017

Aqu'Alva Stória - IIºEncontro Internacional de Narração Oral da Lusofonia



DesParaìso

Inforpress Cabo Verde

 http://www.inforpress.publ.cv/cultura/140729-actor-cabo-verdiano-adriano-reis-estreia-esta-sexta-feira-peca-teatral-desparaiso
Lisboa, 23 Mar (Inforpress) - O concelho de Sintra, Portugal, é palco, sexta-feira, da estreia nacional da peça teatral “DesParaíso”, uma comédia para dois actores sobre a diáspora africana lusófona nos subúrbios de Lisboa, sendo um dos protagonistas, o actor cabo-verdiano Adriano Reis.
Em Junho, a peça fará uma digressão a Cabo Verde, mais concretamente às ilhas de São Vicente, Sal e Santiago - através do Instituto Camões - Centro Cultural Português do Mindelo e da Praia, da Academia Livre das Artes Integradas do Mindelo (ALAIM) e do Festival SalEncena.
De acordo com o director artístico e técnico do espectáculo, Paulo Reis, o texto da peça que entrança ficção e realidade, resulta de um fórum dramatúrgico que implica biograficamente o elenco (luso-africano).
“DesParaíso”, produzido por Musgo – Produções, será apresentado em quatro concelhos de Portugal, Sintra (Cacém, Rio de Mouro e Fontanelas), Porto, Lisboa e Seixal, complementado com a realização de uma oficina pedagógica sobre o tema da diversidade e integração, organizada em articulação com associações socio-culturais locais.
Segundo Paulo Reis, o espectáculo é a história de D’Jon, um africano lusófono que, migrante da sua pátria em busca do El Dourado europeu, “aterra” num dos mais pobres e perigosos subúrbios de Lisboa, onde, afinal, perdido de amores... se sente em casa.
“DesParaíso” compõe-se de pequenos quadros de situação nos quais acompanha-se as aventuras e desventuras do herói – D’Jon-, desde a partida de África até ao seu “estabelecimento”.
O espectáculo aposta, sobretudo, no trabalho dos dois actores, numa linguagem de encenação que se aproximará da estética, segundo o director da peça, do chamado Teatro do Absurdo, na acessão de Martin Esslin, que consiste em diálogos vigorosos, com jogos de vocabulário, recurso a clichês e nonsense, ou jogos físicos com situações de quotidiano viradas do avesso, sem sentido ou paradoxais.
Apesar de irresistivelmente político, explica Paulo Reis, o espectáculo não tem uma "agenda" ética de activismo social, antes explora, hiperboliza, situações tragicómicas de um imigrante africano, caracterizando, lateralmente, idiossincrasias dos habitantes dos subúrbios de Lisboa. 
Paulo Reis fez saber ainda que em cada uma das cidades de apresentação pretenderá atrair públicos diversos, com especial incidência, no caso das apresentações em Portugal, de elementos da comunidade africana, afrodescendente residente e portugueses residentes nas cidades e suas periferias suburbanas.
O director da peça indicou igualmente que após todos os espectáculos, abrir-se-á, nos lugares de apresentação, um espaço de conversa entre os criadores e a assistência.
As informações prestadas por Paulo Reis dão conta ainda que numa lógica de aproximação aos públicos dos temas convocados pelo espectáculo, realiza-se, em cada cidade, dirigida às comunidades locais, a oficina “Mais Diversidade, Melhor Humanidade”.
Esta actividade propõe uma abordagem metodológica via educação não formal, e é facilitada por Adriano Reis (intérprete).
Segundo Paulo Reis, a partir de "DesParaíso” pretende-se, com o grupo de participantes, inscrever, debater, aprofundar e antagonizar conceitos como Diversidade Cultural vs Xenofobia; Não-Ódio vs Estereótipo e Preconceito; Sentimento de Pertença e Identidade vs Desenraizamento.
Paulo Reis esclarece que “Mais Diversidade, Melhor Humanidade” surge, neste contexto, como elemento catalisador: reforça a ligação aos serviços educativos dos locais de acolhimento (ampliando o debate em torno do espectáculo) e, por outro lado, atrai públicos (participantes da oficina e seu círculo de influência) às salas de apresentação.
JAR/CP
Inforpress/Fim

"Conta-me histórias!" no 10 de dezembro

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

10 de Dezembro
Dia Internacional dos Direitos Humanos
 
A Câmara Municipal de Lisboa irá assinalar o Dia Internacional dos Direitos Humanos, com sete sessões de contos para toda a família.

"Conta-me Histórias!" é a iniciativa que estará a decorrer em diversas bibliotecas da cidade, ao longo do próximo Sábado, dia 10 de Dezembro, em que contadores/contadoras (Antonella Gilardi, Bru Junça, Cláudia Fonseca, Adriano Reis, António Gouveia, Susana Cecilio), irão explorar a temática dos Direitos Humanos em sessões que prometem muita animação.

À sessão das 11h na Biblioteca Camões juntar-se-á o vereador dos Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa, João Afonso.

A iniciativa "Conta-me Histórias!" enquadra-se no SOMOS - Programa Municipal de Educação para a Cidadania Democrática e Direitos Humanos e convida todos e todas a participar naquele que é um momento de celebração dos Direitos Humanos na cidade, porque... SOMOS os Direitos que Temos.

 Mais informações sobre o evento:
 http://www.programasomos.pt/single-post/2016/12/07/Conta-me-hist%C3%B3rias-no-10-de-dezembro

SUL DA LÍNGUA

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

SUL DA LÍNGUA
B.Leza - 21 Dez - 22h30

ANA SOFIA PAIVA convida:
ADRIANO REIS (Cabo Verde) ANDRÉ GAGO (Portugal) ÂNGELO TORRES (São Tomé e Príncipe)
CELINA PEREIRA (Cabo Verde) COSTA NETO (Moçambique) MARCO SANTOS (Portugal) 
 MARIA ADELINA AMORIM (Angola/Portugal) MIGUEL SERMÃO (Angola) 
RAJA LITWINOFF (Literaturas Afrikanas) REGINA CORREIA (Angola/Portugal) TÂMARA BEZERRA (Brasil)

SUL DA LÍNGUA é um projecto de celebração da Palavra. 
Um projecto à procura de encontrar o sul da língua como quem busca o sal da vida, na África dos contos. 
Cruzando leitura, canto e narração oral, o SUL DA LÍNGUA faz-se a muitas vozes, para dar voz à palavra dos grandes escritores da lusofonia africana e ao imenso oceano de oralidade onde cada um deles sacia a sua/nossa infinita sede de storia.





Stórias & Workshop - Porto, Portugal

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Cidade do Porto, Portugal



"Mais Diversidade, Melhor Humanidade" - AZORES

domingo, 10 de julho de 2016

Projecto: 
“Mais Diversidade, melhor Humanidade” -  4ªfase

 já esta na sua quarta fase

 Projecto que pretende sensibilizar a população para os direitos e realidades culturais dos imigrantes residentes nas ilhas Açorianas:

"O Cágado nas Fábulas Africanas"

Breve Descrição

"O Cágado nas fábulas Africanas"

É uma recolha do Padre Francisco Kapitiya, sacerdote de Benguela, Angola.
É uma recolha de fábulas de diversos autores selecionados pensando na “educação” das
crianças, juventude e da população no geral e dar resposta as necessidade de desenvolver a
inteligência através das mensagens que as fábulas trás.
As fábulas e os contos exprimem a sabedoria dos povos através de animais, pessoas e coisas e
constituem uma herança imprescindível na história humana.
São instrumentos de educação cujas lições envolvem todos os âmbitos do homem (a moral, a
honra, a economia, o poder, o respeito, a tradição, a cultura,etc).
Há tradições que conservam essa sabedoria através dos textos escritos, como há também
aquelas que ainda transmitem-na de geração em geração por via oral.
Em África os mais velhos que asseguram essa tradição representam um número ínfimo,
podendo mesmo afirmar que há uma lacuna entre gerações anteriores e actuais.

Sinopse
O animal (Actor) é irrequieto e impaciente acorda na selva africana...perdido...atarantado
apercebe-se que os sons e tons da tabanka ecoam na selva.
O seu instinto animal dirijo-o ao kilombo e encontra o Cágado no caminho, o seu oposto. E
como vocês sabem os opostos atraem-se.
Dai surgirão várias questões que o animal desafia os espectadores a ajudar a desvendar.
Como é que um animal tão pequeno, simples, sem agilidade, sem defesa notória, inofensivo,
raro...que é conhecido pela sua sabedoria, aparece e é capaz através da inteligência vencer até
os elefantes?
O que será que a miscelânea das artes do palco nestas fábulas nos trará?

Ficha técnica
Recolha/Interpretação/Contador de História: Adriano Reis
Cenografia / Figurinos/Adereços: Maria Madalena Fernandes e Lucrécia Alves
Photo:Nuno Gomes
Duração:45 Minutos
Classificação etária: Todas as idades



Photo: Ofensiva Amada in Centro Cultural Olga Cadaval - Sintra

Ofensiva Amada - Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra

terça-feira, 14 de junho de 2016

Nota: Ofensiva Amada
Na próxima quinta-feira, 16 de Junho, o Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra volta a receber a Ofensiva Amada, um espectáculo que junta em palco artistas de diferentes áreas, origens e gerações num diálogo transdisciplinar. O projecto, que nasceu da vontade de abrir um espaço da cultura de excelência no concelho a novas vozes e novos públicos, volta a apresentar uma programação diversificada.
Depois de uma segunda edição esgotada, a terceira Ofensiva Amada começa fora de portas, com os Nice Groove Batucada Lusófona, um projecto sócio comunitário de percussão, composto por instrumentos de bateria de samba e que se inspira em ritmos e canções lusófonas que sejam um reflexo da cultura suburbana da região da Grande Lisboa.
Os Nice Groove conduzem o público através das ruas de Sintra até ao Centro Cultural Olga Cadaval, onde se junta o performer e escritor Nuno Bastos com a performance “O Homem que Caminha para um Lugar”.
Esta Ofensiva Amada é também uma oportunidade para conhecer o novo projecto do teatromosca, o audiowalk “Modos de Ver” – um percurso que visita alguns dos mais emblemáticos lugares de Sintra, guiado por uma banda sonora original a que os participantes têm acesso através de auscultadores.
Na programação, destaque ainda para os Orbes IR INDO, um trio que junta música e poesia originais, composto por Rui Mário (autor e declamador), Pedro Hilário (guitarrista e compositor) e Rui Zilhão (artista plástico e percussionista).
cartaz da 3.ª edição da Ofensiva Amada

Ainda nesta Ofensiva Adriano Reis vem contar estórias africanas. O pretexto não podia ser melhor: celebra-se, no dia 16 de Junho, o Dia da Criança Africana. O actor e contador de estórias cabo-verdiano vem partilhar um cheirinho do repertório que vem trabalhando há anos - “O Cágado nas Fábulas Africanas”.


O espectáculo fecha com os Them Flying Monkeys, uma banda de rock alternativo, semifinalista do concurso internacional Hard Rock Rising e vencedora do EDP Live Bands. Antes de actuarem no NOS Alive (7 de Julho) e no Festival Bilbao BBK Alive (9 de Julho), os Them Flying Monkeys tocam em Sintra, a sua casa.
Nesta terceira edição, a Ofensiva Amada junta-se à missão ÚNICA, que apoia jardins de infância na Guiné-Bissau, recolhendo roupa e medicamentos para quem mais precisa. Esta ONG já conseguiu ajudar 10 instituições no país e continua a campanha de angariação durante todo o mês de Junho para entregar na próxima missão.
A Ofensiva Amada acontece todas as terceiras quintas-feiras de cada mês no Centro Cultural Olga Cadaval. O espectáculo, produzido por duas associações culturais locais – a Alagamares e a Musgo, quer afirmar-se como um momento regular de dinamização cultural em Sintra, com artistas sintrenses e convidados nacionais e internacionais. Um espectáculo comunitário de artes performativas, sem apresentador, com muito ritmo, criando contrastes e encontros improváveis.
Ofensiva Amada

Projecto: "Mais Diversidade, Melhor Humanidade" - 4ªFase

Descrição do Projecto

O projecto “Mais diversidade, melhor humanidade” é um projecto que trabalha e
desenvolve actividades de carris intercultural e social com na informação, integração,
formação e inclusão imigrante, contribuindo assim para a coesão sócio e cultural no
seio da comunidade Açoriana.
Na 1ª e 2ª fase, o projecto teve como parceiros a Direcção regional das comunidades,
Camara Municipal da Madalena e de São Roque do Pico, grupo teatral mensagem,
teatro giz - Horta, Associação Padre José Idalmiro, grupo teatral Muitieramá das Lages
radio Pico. Desenvolvemos sessões de contos tradicionais africanos nas escolas,
tertúlia (dialogo intercultural). Em parceira com a universidade Sénior do concelho da
Madalena - ilha do Pico, organizamos uma sessão de poesia atlântica nos paços do
concelho da Camara Municipal da Madalena, sessões de formações em método da
educação não formal sobre a “Lei imigrante”, “Acesso a saúde - Passaporte imigrante”
e “Teatro como método de intervenção comunitária”.

Estas actividades contaram com uma grande envolvência da comunidade imigrante e
da sociedade civil em geral, pelo que acreditamos que a diferença realmente nos une.
Na 3ª fase, sentimos a necessidade de projectar, dar a conhecer e apresentar os
resultados do projecto as instituições imigrantes e sociais da ilha do São Miguel. 




Descrição – Quarta fase do projecto
Contar “Contos de lá”

Em reunião da apresentação da 3ª fase do projecto, o Senhor Director regional das
comunidades dos Açores, Dr. Paulo Teves, gentilmente ofereceu-me um exemplar do
DVD “Contos de Lá” que o governo dos Açores desenvolveu através da direcção
regional das comunidades com o propósito de dar a conhecer o património cultural
dos estrangeiros que escolheram os açores para viverem.
Tendo ficado apaixonado pela potencialidade pedagógica na educação pela
diversidade intercultural e sendo amante das ilhas, respeitando e ressalvando que os
*direitos de autores são reservados, já tive a honra e o privilégio de contar e partilhar
com miúdos e graúdos o conto “A Feiticeira da Ribeira da Janela” no festival “Um Porto
de Contos - encontro internacional de narração oral” cidade do Porto, Portugal e no
Mindelact – Festival Internacional de teatro do Mindelo, Cabo Verde.
Sendo a narração oral uma das áreas da educação não formal mais completa, as suas
ferramentas poderão ser utilizadas como método de educação na intervenção
comunitária, inclusão, coesão social e cultural na educação pedagógica da diversidade
intercultural.
O que se propõe é uma viagem cultural, aos costumes e tradições orais dos país de
maior incidência de estrangeiros imigrantes nos açores e conta-los nas escolas e
associações imigrantes das ilhas do São Jorge e do São Miguel.
No final das sessões de contos, fazermos uma tertúlia e reflectirmos a cultura de
origem do conto. De uma forma abrangente debatermos a moral da história e se
possível desafiar os participantes a partilhar as suas vivências culturais.
(*) Todos os direitos são reservados a Direcção Regional das Comunidades - Governo

Adriano Reis - Coordenador técnico do Projecto

Ofensiva Amada, Centro Cultural Olga Cadaval - Sintra

sábado, 11 de junho de 2016


ÚLTIMA HORA
Adriano Reis na Ofensiva Amada
16 de Junho de 2016, 21:30Centro Cultural Olga Cadaval
Trouxemos outro amigo também. O Adriano Reis vem à Ofensiva contar stórias africanas. 
O pretexto não podia ser melhor: celebra-se, no dia 16 de Junho, o Dia da Criança Africana.
 E o Adriano vem partilhar um cheirinho do repertório que vem trabalhando há anos;
 "O Cágado nas Fábulas Africanas" 
. Oportunidade para ver este actor (contador de stória, dinamizador sócio-cultural, formador, etc, etc) cabo-verdiano que, com a sua equipa da RJ ANIMA - Associação, vem mimando Agualva, Mira-SIntra, Cacém e São Marcos com iniciativas tão surpreendentes como, entre outras, o Aqu'Alva Stória Encontro Internacional de Narração Oral da Lusofonia '16.


Photo: Alberto Santos

Copy/Past: Ofensiva Amada

O Cágado nas Fábulas Africanas

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Breve Descrição

"O Cágado nas fábulas Africanas" É uma recolha do Padre Francisco Kapitiya, sacerdote de Benguela, Angola. É uma recolha de fábulas de diversos autores selecionados pensando na “educação” das crianças, juventude e da população no geral e dar resposta as necessidade de desenvolver a inteligência através das mensagens que as fábulas trás. As fábulas e os contos exprimem a sabedoria dos povos através de animais, pessoas e coisas e constituem uma herança imprescindível na história humana. São instrumentos de educação cujas lições envolvem todos os âmbitos do homem (a moral, a honra, a economia, o poder, o respeito, a tradição, a cultura,etc). Há tradições que conservam essa sabedoria através dos textos escritos, como há também aquelas que ainda transmitem-na de geração em geração por via oral. Em África os mais velhos que asseguram essa tradição representam um número ínfimo, podendo mesmo afirmar que há uma lacuna entre gerações anteriores e actuais.

Sinopse
 “Espetáculo da narração” O animal (Actor) é irrequieto e impaciente acorda na selva africana...perdido...atarantado apercebe-se que os sons e tons da tabanka ecoam na selva. O seu instinto animal dirijo-o ao kilombo e encontra o Cágado no caminho, o seu oposto. E como vocês sabem os opostos atraem-se. Dai surgirão várias questões que o animal desafia os espectadores a ajudar a desvendar. Como é que um animal tão pequeno, simples, sem agilidade, sem defesa notória, inofensivo, raro...que é conhecido pela sua sabedoria, aparece e é capaz através da inteligência vencer até os elefantes? O que será que a miscelânea das artes do palco nestas fábulas nos trará?

Ficha técnica 
Recolha/Interpretação/Contador de História/Adereços: Adriano Reis
 Cenografia / Figurinos/Adereços: Maria Madalena Fernandes e Lucrécia Alves
 Photo:  Miguel Godinho
 Duração: 45 Minutos
Classificação etária: Adaptável a todas as idades








Mindelact - Comunicação Social

quinta-feira, 8 de outubro de 2015


MINDELACT - Festival Internacional de Teatro do Mindelo, S.Vicente - Cabo Verde

(18 a 26 de Setembro de 2015)


Artigo Jornal A SEMANA pelo o Jornalista Odair Cardoso:

- http://asemana.sapo.cv/spip.php?article113507&ak=1

Programa Cultural "REVISTA" por Matilde Dias, TCV:

- http://www.rtc.cv/index.php?paginas=47&id_cod=43917


MINDELACT - Festival Internacional de Teatro, S.Vicente, Cabo Verde

Teatro na Soncent

participação no festival nos programas Teatrolândia e Teatro Periferia, tendo ido com contos e "Palhaço Crioulo" às Escolas Instituto Caboverdeana do Apoio a Crianças e Jovens, Escola do Ensino Basico da Ribeira de Craquinha e do Campim

Actuação no Centro Cultural do Mindelo com à fábula. "A tartaruga deu uma lição ao Macaco"; " A Fita Cor de Rosa" de Odair Varela e "Palhaços Crioulos" reencontros de amigos:


 Actuação Centro Cultural do Mindelo, Cabo Verde

 Actuação Escolas, programaTeatrolândia e Periférias

 Comunicação Social Caboverdeana:
- Odair Cardoso, Jornal A Semana;
 -Orlando Lima, Radio Televisão Caboverdeana;
- Euclides, Radio Morabeza;
- Matilde Dias , Programa Cultural "Revista", Televisão de Cabo Verde

"Contos em Férias"

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

"Contos em Férias" é uma inciactiva da Comunidade: 
https://www.facebook.com/ribeiradasjardas com a coordenação do actor, Contador de História  Adriano Reis
Jardim: Ribeira das Jardas
Aos Domingos pelas 18:00
Sessões pública e participativa:
Eu conto
Tu contas
Nós contamos
Junta-te à nós!!!
Cenário - Relvado do Jardim da Ribeira das Jardas

Cartaz promocional
Conheça esta inciactiva em:https://www.facebook.com/ribeiradasjardas

Participação: Festival "Um Porto de Contos" cidade do Porto, Portugal

quinta-feira, 30 de julho de 2015

 Clara Haddad, O meu sentimentos é de gratidão. Obrigada!
 "Um Porto de Contos" 
(Encontro Internacional de Narração Oral)
Três dias…três dias intensos e cheios de magia, de amigos, de risadas, de crianças e adultos encantados com as histórias, com os espaços, com a programação.
Sinto-me feliz e vitoriosa. Exausta também, ainda processando tudo o vi, senti e vivi. Corri muito de um lado para outro, trabalhei como louca, vivi intensamente cada coisa, cada situação, geri imensas situações ao mesmo tempo e estou surpreendida comigo e com minha força de querer e não me deixar abalar por nada nem ninguém. Sinto-me plena. Quando uma pessoa quer, consegue! Foram quase 2 anos de dedicação preparando esta terceira edição e terminou tão rápido! A lufa-lufa foi muita mas a felicidade enorme e o contentamento por conseguir mais uma vez chegar a bom porto.
É preciso coragem, muita força, determinação e uma dose extra de loucura, mas também é preciso amigos para sonhar connosco…Sinto-me afortunada. Essa é a maior de todas as riquezas: a amizade!
Quero muito agradecer à todos os narradores –Soledad Felloza, Boniface O Fogo, Mohamed Hammu, Corália Rodriguez, Vânia Abreu, Adelina Monteiro, Ângelo Torres, Cininha Cardoso, Rosário Ribeiro, Cândida da Luz, Gusta Santos, Camila Barbosa, Tâmara Bezerra, Cláudia Sousa, O Som do Algodão, Conta-me uma Stória( Adriano Rei e André Moita), Rui Ramos, aos jovens narradores Bárbara Relvas, Matilde Silva, Francisco Figueiredo, Vitor Ferreira, João Canais, Micaela Santos e a professora Ana Cruz. Aos convidados José Viale Moutinho, Milu Loureiro, Joel Cleto, Sónia Borges, Cebaldo Inawinapi, Carmén Ferreira, Miguel Miranda, Joana Peres e Allantantou Dance Company que vieram para sonhar comigo, o público que encheu as salas e os jardins nos três dias, aos expositores do mercado do Livro: Salta Folhinhas, Flanêur e Bru Junça-Conto Por Ponto, ao expositores do Mercado Urban Market by Portugal Lovers, era tão lindo de ver que nem parecia real, de tão bonito! Crianças, jovens e adultos extasiados, emocionados, atentos.
Não posso esquecer de destacar a Teresa Cunha- que me atura sempre em tantas loucuras e ideias e que é uma grande amiga que a vida me deu e que auxilia, apoia, escuta e ajuda. A Mariana Machado que foi meu braço direito e fiel escudeira na produção. A doce e talentosa Marta Carvalho por conseguir tornar real a imagem que vi em minha cabeça através de sua ilustração e design gráfico para o cartaz 2015. Ao Vitor Fernandes por seu bom humor e trabalhos manuais nas caixinhas de contos, máscaras e tantas ideias giras colocadas em prática ao longo dos meses. A Cláudia Pinheiro com suas mãos de fadas que deixou o espaço Karingana um local de sonho com a mágica de sua arte em transformar tecidos e ao apoio no Espaço Maana. A Susana e o João Sá pelos pins lindíssimos e por todos os trabalhos manuais para as actividades pré-festival. A Carla Marques por seu apoio na comunicação na conferência de imprensa e etapa final do festival. A Aida Suaréz pela ajuda com o site do festival, a boa energia, o brilho no olhar e o incentivo. Ao Pedro Ferreira e ao Joel por fotos fantásticas, meus paparazzis preferidos. Ao André Boaventura pelo apoio nas iniciativas pré-festival e no Espaço Muximar- Que menino talentoso este, arrasou como mestre de cerimônias nos Contos Vadios! A Elsa da Pérola do Indico pelos vestidos deslumbrantes que fez para que eu pudesse subir em palco me sentindo uma princesa, também pelos tecidos fabulosos que decoraram o palco, pela amizade linda que surgiu entre nós. A Pipa e a Cintia- ai vou respirar um pouco- por serem seres tão iluminados e também tão profissionais, tão divertidas, tão atenciosas e amigas. Fizeram tanto por mim e nos conhecemos há tão pouco tempo! Aos meus grandes amigos Sandra Oakh e Ramiro Marques que doaram t-shirts para que eu pudesse conseguir mais verbas para o festival e por virem com o coração aberto para partilhar o talento deles com o público português. Ao meu irmão de coração Belarmino Antunes por tudo…pela disponibilidade e entrega a esta causa. A Noémia Trindade pela força e energia positiva, o sorriso e apoio preciso nos momentos certos, e ao seu pai tão carinhoso que emprestou as redes de pescas para decorar o palco. A Sandra Carvalho que me emprestou as bóias, o Paulo Fonseca que fez uma lindíssima árvore para o palco, ao Nuno Santos companheiro, amigo de conversas intermináveis e de sonhos. A Ana Sofia Borges e ao querido Daniel Oliveira pelo apoio nas actividades pré-festival nas Caves Croft e Taylors. Ao Ramiro Salgado da Saboreccia pelos miminhos aos narradores, Bruno Correia pela amizade e parceria, a Ema da A Favorita, pela boa disposição, por confiar em mim, por acreditar no meu projecto e sonhar comigo. A Unicer pelas águas e bebidas para todos os voluntários e narradores. A Kalandraka Portugal, Margarida Noronha e Xose Ballesteros, A Studiosus –Sala de Estudos e a Carmen pela cedência do espaço e pelas refeições saborosas que prepararam para todos, pela delicadeza e acolhimento. A Mais Brasil, Blue Bus, So Cool Hostel e Gallery Hotel. A Claúdia técnica de som da Casa das Artes e ao querido Davide Costa…vocês foram lindos…fantásticos…profissionais…A Joana Godinho por alinhar na ideia “maluca” das massagens com histórias que foi um grande sucesso e resultou lindamente. A Sofia Almeida pelos sacos em capulana. Nossa- corro o risco de esquecer alguém e peço desculpa por isso se for o caso- este festival envolveu muitas pessoas e foram tantas coisas em poucos dias..um tsunami na minha vida.…nem imaginam…De qualquer forma, faria tudo de novo porque quando amamos algo e acreditamos seguimos em frente! Agradeço cada mensagem que recebi de amigos do Brasil, Panamá, Itália, Espanha, Portugal, Japão, França, Bélgica, México, Perú…foi lindo sentir que torciam por mim e pelo festival. Agradeço cada palavra!
Também não posso esquecer do Teatro Nacional São João, os amigos do Cineanima, Cine Clube do Porto, a Maria Rouco, a Glória, A Maria João e a Ana minhas cronistas de plantão, a Lola Biruel pela simpatia e amizade.A surpresa linda do meu amigo Joxe Maria Carrere ..ai...tantas, tantas pessoas que fica difícil realmente escrever...mas trago todas em meu coração e um sentimento de gratidão enorme a todos os voluntários: Ca Cerqueira, Rosário Ribeiro, Cândida da Luz, Augusta Santos, Florência Santos, Alexandra Rebelo, Helena Machado, Sofia Faria, Sónia Barbosa, Adriana Dilhl, Camila Barbosa, Claúdia Pereira, Elsa Mendes, Isabel Pratinha, Augusta Reis, Teresa Guimarães, Diana , Ana Guedes, Filipa Pinto, Daniella Soares, Joana Campos…
Sigo firme na minha missão e no meu propósito de tornar a Invicta, minha amada cidade do Porto, uma referência na narração oral a nível internacional e dar o devido valor aos narradores e as narrativas. No mundo de hoje mais e mais histórias precisam ser contadas e ouvidas!
E como a música cantada no final do festival " Viver e não ter a vergonha de ser feliz…cantar, cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz...ah eu sei…eu sei que a vida deveria ser bem melhor e será, mas isso não impede que eu repita ...é bonita…é bonita e é bonita! "
Sim, meus amigos chegamos a bom porto! Esperamos que os patrocinadores apareçam, existe sim público para isso e está muito mais do que provado! Vamos acreditar, trabalhar e continuar a sonhar pois o sonho move a vida! Até 2017!
De Porto em Porto navegam histórias!
Clara Haddad

 Algumas imagens da minha participação no Festival:


 "Gravação de um Conto Africano" - Espaço Muximar, Casa das Artes 


 Com Clara Haddad, Impulsionadora do Festival "Um Porto de Contos"


 Networking" 
Com Claudia que venho do Viseu e Tamara Bezerra que venho do Brasil

Participação nos Contos Vadios - Palco Principal do Festival

 Espaço "Karingana Ua Karingana", Casa das Artes, Sessões de contos para familia

Sessões de Contos para Familia, Espaço Karingana Ua Karingana, Casa das Artes - Porto, Portugal

Obrigado: www.umportodecontos.com

"Contos Africanos" viaja à Ilha de S.Miguel, Açores

Azores 16 a 20 de Julho de 2015
"Conta-me Stória" enquadrado no projecto "Mais diversidade, melhor Humanidade" apoiado pela a direcção Regional das Comunidades dos Açores, Detalhes Marmores, lda, AIPA - Associação dos Imigrantes nos Açores e Restaurante, Bar "Pé Na Areia" levaram contos e animação a miúdos e graúdos da ilha de São Miguel, Açores.

.Sessões de Contos;
- Biblioteca Municipal e Arquivo da Ponta Delgada;
- Reserva florestal;
- Espaço do Restaurante "Pé Na Areia"


"Contos Tradicionais Africano"

Dupla do projecto "Conta-me Stória"

"3ª Fase - Mais Diversidade, Melhor Humanidade"

sexta-feira, 10 de julho de 2015


"3ª Fase - Mais Diversidade, Melhor Humanidade"

Ilha de São Miguel, Açores

Apresentação pública dos resultados da 1ª; 2ªFase do Projecto às instituições governamentais, sociais e culturais com o apoio das instituições e empresas locais: Direcção Regional das Comunidades, Detalhes Mármores, lda, Restaurante, Bar Lounge "Pé na Areia".

A dupla "Conta-me Stória" associou ao projecto para a apresentação publica. 



Academia de Desenvolvimento Juvenil

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Formação: "Educação Não Formal, Direitos Humanos e Inclusão"
Aveiro 20 a 22 de Maio de 2015
 Networking
Participantes da Academia
 
Academia de Desenvolvimento Juvenil é uma Iniciativa conjunta do CNJ, IPDJ e Erasmus + Juventude em Ação para a promoção e capacitação de jovens e técnicos de juventude no âmbito da Educação Não Formal.

Projecto "Conta-me Stória"

- Dois Contadores de Histórias;
- Dois Continentes (África e Europa);
- Uma mala cheia de Surpresas ;
- Uma guitarra e um tambor;
- Sorrisos e Alegria...
Convidando miúdos e graúdos a embarcar numa viagem intercultural onde as tradições, as culturas, os costumes, a dança e a música, faz-se sentir/ouvir através de "Stórias" populares e de autores portugueses e africanos.
As stórias (contos), fábulas e lendas são narradas, musicadas ou dramatizadas (expressões teatrais) em Português, Crioulo e Inglês

Março - Mês do Conto Lusófono

quarta-feira, 18 de março de 2015

Projeto apoiado pela à União das Juntas de Freguesia Agualva e Mira Sintra