Gravações para a rubrica "ROSTOS" do programa RUMOS da RTP Africa

Rumos - Genius Produções Audiovisuais
A vida é um Palco: de falas, de sucessos, de entregas, de enredos... intensa nas Personagens e nos actos. E que desde o subir ao palco até ao correr do Pano, que seja digna de aplausos!
Gravações para a rubrica "ROSTOS" do programa RUMOS da RTP Africa

Publicada por Adriano Reis (conta.storia@gmail.com)
Etiquetas: Participação Especial
Uma reportagem do jornalista Marco Rocha - Agencia LUSA para a Radio Televisão Caboverdeana
Fonte: www.rtc.cv
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Inscrições Abertas:
Em parceria com a Junta de Freguesia de Agualva, estamos a organizar este Workshop para animar as férias da Pascoa.
Local: Escola Secundária Ferreira Dias
data: 2,3 e 4 de Abril´12
Hora: 15:00 as 17:00
ESPERAMOS POR VOÇÊS!
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Etiquetas: Participação Especial
Parabéns Viv@cidade pelo o primeiro aniversário de Inclusão Social
VIV@CIDADE em Agualva-Cacém
Agualva-Cacém é um dos grandes aglomerados populacionais que integra a faixa mais densamente povoada do concelho de Sintra, que se situa ao longo do eixo ferroviário. O crescimento abrupto verificado, sobretudo, nas três últimas décadas, provocou grandes desequilíbrios a nível urbanístico perturbadores da qualidade de vida e com impacto negativo na identidade e sentimento de pertença ao colectivo. A necessidade de intervir de forma sistémica junto das crianças e jovens tem sido identificada como urgente pelo Município e parceiros locais nas comissões sociais de freguesia. Com efeito, o território não dispõe de nenhuma organização com vocação para a intervenção comunitária/desenvolvimento local que permita trabalhar e monitorizar de forma permanente as problemáticas associadas aos jovens. A escola é o primeiro ponto de contacto institucional com essas problemáticas. Neste sentido, e de forma a promover oportunidades para percursos de vida que proporcionem a realização pessoal e o bem-estar dos indivíduos a opção passa por trabalhar em duas frentes: na escola, numa linha de prevenção do insucesso, do absentismo e do abandono, alavancas para a exclusão, e na “rua”, numa tentativa de reconquistar os jovens em risco ou já em situação de abandono e com trajectos de delinquência.
Apostar-se-á em simultâneo em dinâmicas que estimulem a aquisição das competências para o sucesso escolar, na educação não formal e nas abordagens artísticas. Estes processos serão ancorados no acompanhamento individualizado das crianças e jovens, numa perspectiva de aumento de competências e da participação, bem como de interactividade com a comunidade. O Projecto será desenvolvido no Agrupamento de Escolas António Sérgio e num espaço que se pretende venha a funcionar como uma referência para os jovens na cidade.
Fonte:http://vivacidade.programaescolhas.pt
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Reportagem da Agência LUSA para RTP e RTC - Televisão Caboverdeana
Tikai (ator)Marco Rocha(Jornalista) Fernando Nobre (Operador de Camarã) e eu
Marco Rocha, mais uma vez fez uma reportagem com intuito de dar a conhecer o trabalho dos actores Africanos a viver em Portugal, aonde falamos das nossas expectativas e dificuldades em exercer a profissão a tempo inteiro.
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Etiquetas: Participação Especial
"Numa breve analise dos meus 20 anos carreira enquanto actor e Animador sóciocultural"
No dia 4 de Fevereiro a convite da produção (Carina Bartôlo) do programa Etnias da SIC, dei uma entrevista aonde falei da minha carreira enquanto actor, animador sóciocultural, Dinaminador de teatro e Expressões. Nasci em Angola, cresci em Cabo Verde, vivo em Portugal...enfim parece que sou um cidadão do mundo....Publicada por Adriano Reis (conta.storia@gmail.com)
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Com Dinâmicas em: Publicada por Adriano Reis (conta.storia@gmail.com)
Etiquetas: Workshop´s
Com carinho o Espectáculo de Clown Teatral "Figura Tchyn" teve uma pagina no jornal do projecto Viv@cidade Agualva:
http://vivacidade.programescolhas.pt ou procuram no facebook: vivacidade agualva e leiam online o jornal completo.
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O Espectáculo de Clown (Palhaço) Teatral "Figura Tchyn", após a sua estreia no festival internacional de Teatro Caboverdeano - Mindelact, já divertiu miúdos e graúdos em diversos país com as suas malandrices, peripécias e trambolhões.
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Etiquetas: Participação Especial
A convite da Confederação das Comunidades Portuguesas em Luxemburgo, estivemos em Luxemburgo para três grandes espectáculos nas Escolas e ainda dirigimos um Workshop sobre o "Palhaço Interno" na "Maison des Associations". Graças adeus tudo correu bem e há de agradecer o destaque que tivemos pela a comunicação social local, nomeadamente do Jornal contacto e da Radio Latina. Ainda fomos referenciados no site da CCPL e da Oficina de teatro da CCPL. Merci Sónia Tomas Coordenadora da CCPL e a toda a equipa da Instituição o nosso obrigado.Foi uma experiência que desejamos muito repetir e esperamos que brevemente estaremos com aqueles sorrisos que falam a uma língua que não entendemos mas através da linguagem universal todos entendemos os sorrisos e a felicidade que eles/as fizeram a nós.
A CCPL o nosso muito obrigado!!!
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Etiquetas: Participação Especial
Foram três magníficos espectaculos aonde miúdos e graúdos divertiram com o espectáculos em linguagem universal (gestual). Até já terra do Grão - Ducado!Publicada por Adriano Reis (conta.storia@gmail.com)
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"Palhaço de mim mesmo" "Cada um têm que encontrar o palhaço que há em si"
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Hora do conto é uma actividade do Centro Lúdico das Lopas em Parceria com a Viv@cidade
todos os Sábados apartir das 16horas.
A Animadora Nélia, contou a história tradicional "O Velho, o rapaz e o burro" e eu fiz assistência com a animação dos marionetas.
Para a semana a mais. Apareçam!
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Etiquetas: Diversos
SINTRA VIVA - UM NOVO FORÚM DE PROJECTOS EDUCATIVOS DO CONCELHO DE SINTRA.Publicada por Adriano Reis (conta.storia@gmail.com)
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Luigi Pirandello ( 28 de Junho 1867 — Roma, 10 de Dezembro 1936) foi um dramaturgo, poeta e romancista siciliano.
Foi um grande renovador do teatro, com profundo sentido de humor e grande originalidade. Suas obras mais famosas são: Seis personagens à procura de um autor, Assim é, se lhe parece, Cada um a seu modo e os romances O falecido Matias Pascal, "Um, Nenhum e Cem Mil", "Esta Noite Improvisa-se", etc.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1934.
Coloca que o cómico nasce de uma percepção do contrário (no livro Do teatro ao teatro, e tem um capítulo que se chama O Humorismo). Mas essa percepção pode se transformar- num sentimento do contrário: é quando aquele que ri procura entender as razões da piada. Portanto não existe mais o distanciamento. Pirandello separa o cómico do humorístico, para passar da atitude cômica para a atitude humorística, é preciso renunciar ao distanciamento e à superioridade.
Luigi Pirandello participou da campanha "colecta do ouro", organizada pelo ditador italiano Benito Mussolini, que visava levantar fundos para o país. A campanha era uma resposta à Liga Nações que impôs sanções económicas à Itália após esta ter invadido e declarado guerra a Etiopia (1935-36), Pirandello doou sua medalha do Prémio Nobel.
Fonte: Google
O Homem atrás da politica
O meu partido politico é a Cultura, a um tempo atrás encontrei no teatro S.Luiz aonde estava em cena uma peça de Luigi um grande politico muito conhecido mas da minha parte conheci o um Homem com seus gostos, curiosamente também pelo Luigi Pirandello.
Caros amigos e colegas da arte da representação, como todos sabem o Dr. Durão Barroso é presidente da Comissão Europeia, um politico mundialmente conhecido, um apaixonado pelo o teatro, inclusivo tem conhecimento da evolução do teatro Caboverdeano e que gosta das obras literários de Luigi Pirandello. Tive oportunidade de ter uma conversa curta e breve com este ilustre figura que gentilmente aceitou pousar para o Palco da Vida.
Saudações Culturais!
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Viv@Cidade - É um projecto do Programa Escolhas que aposta em dinâmicas que estimulam as competências para o sucesso escolar e para Escolhas com futuro. Privegia as abordagens da educação não formal e artísticass que, com a tua participação, vão também envolver a comunidade de Agualva e Cacém.
O edição "0" já esta disponível no site e na nossa pagina do facebook basta pesquisar Vivacidade Agualva
Com o objectivo de promover o desenvolvimento de competências para a inclusão escolar, social e profissional de crianças e jovens. Prevenir comportamentos de risco e promover a cidadania e a educação intercultural. Visa ainda fomentar a capacitação e o empreendedorismo.
Vem conhecer-nos e descobre porque o Viv@cidade é uma escolha com futuro!
Site:http://vivacidade.programaescolhas.pt
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BrunoSousa(colaborador), Irina Raimundo (Coordenadora), Ana Quinõi e Adriano Reis (colaboradores)Publicada por Adriano Reis (conta.storia@gmail.com)
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Estive a ler este texto no site porton di nos ilha achei fantástico que resolvi partilha-lho convosco
Teatro Cabo Verde
O Teatro em Cabo Verde remonta aos primórdios da época colonial, sobretudo o teatro de raiz popular e religiosa, ligado aos rituais de trabalho e aos rituais sagrados. A representatividade cénica cabo-verdeana igualmente oriunda do teatro medieval português e do teatro africano inscrita no papel do Griot. Desse encontro, emerge essencialmente a comédia popular.

Falar do teatro em Cabo Verde há que lançar mão de uma concepção alargada de actividade teatral para podermos incluir nela certas manifestações lúdicas e cénicas... a peça de teatro é a que tem um enredo, personagens, um cenário e um público. Essa redefinição conceptual permite abordar tempos e manifestações que uma conceptualização mais restrita e restritiva, mas também mais etnocêntrica da actividade, não consentiria. Antes do século XIX e da monarquia constitucional que, sob a influência das Luzes, inaugurou um movimento de modernização da sociedade cabo-verdiana, que, como veremos mais a frente, fez surgir entre nós sociedades recreativas e culturais. Portanto, antes das reformas oitocentistas que lançam o ensino público, a imprensa, a burocratização do Estado e as elites letradas. Neste tempo inicial, mas matricial por imprimir marcas indeléveis à nossa identidade colectiva.
A igreja, por sua vez, sempre se serviu do teatro para conquistar leigos, sobretudo quando vinham de outras culturas e outras religiosidades. O bispo, o cabido, as ordens religiosas serviram-se do teatro para cristianizar e doutrinar, é verdade. Mas não havia provavelmente dimensão da vida que fosse objecto de maior teatralização do que a morte. A morte na velha Ribeira Grande era uma opera encenada. Os morgados, os grandes comerciantes ou mesmo gente da governança planeavam o seu funeral ao pormenor: actores principais, secundários e figurantes; canções, choros, preces e novenas; guarda-roupas especiais e percursos delineados. Tudo parece espectacular e ostentatório. O teatro da morte era arma contra a ideia absurda da morte, que é a do olvido, da corrupção do tempo, do desaparecimento eterno. A teatralização da morte visa perpetuar a memória da vida dos grandes, "enquanto o mundo durar", como se pode ler nos imensos testamentos a que tive acesso nas minhas buscas históricas. Isso era o que se pode chamar de teatro "par le haut".
Havia igualmente na Cidade Velha o teatro social dos pobres e dos privados de poder. É o teatro "par le bas". Os forros organizavam o foro (a cinza), o Reinado (com as suas hierarquias, personagens, indumentárias, desfiles) e as zambunas. É para o Reinado, talvez mais do que para a Tabanca, que vai o crédito de ser, segundo João Branco, "o primeiro fenómeno consciente de teatralização genuinamente cabo-verdiano"
A Sociedade Liberal, sob as influências das Luzes, da ideia da cidadania, do ideário da integração das colónias numa grande fraternidade que seria o Império Português, vai dar um novo impulso ao teatro no arquipélago. Estamos sob o impacto da Imprensa e da criação recente do Sistema Escolar. Do surgimento dos clubes de Maçonaria. Da instituição das eleições.
Fonte: Porton di nos ilha - Morabeza e Qualidade
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Transformar o romance Chiquinho (1947), de Baltazar Lopes, em audiolivro foi até agora a tarefa mais ambiciosa da Boca. Desde logo pela grandeza da obra, fundadora da moderna literatura cabo-verdiana, e do seu autor, um dos mentores da revista Claridade e do movimento de emancipação cultural de que esta foi o órgão difusor e agremiador.
Texto polifónico, assente na oralidade, Chiquinho pedia também mais vozes do que as que cabiam no orçamento e no prazo acordados com o IAC – Instituto Açoriano de Cultura, numa encomenda que incluía a versão áudio de A Terra do Bravo, do escritor açoriano Carlos Enes, ambos destinados a integrar a plataforma de e-learning do programa “Chronos” – projecto de divulgação da cultura da Macaronésia.
Mas como resistir à tentação de fazer um casting, seleccionando de entre os filhos portugueses da diáspora caboverdiana os sotaques de que precisávamos para dar vida à fala daquele texto? E como prever que assim nos chegariam Marco Rocha, Celina Pereira, Ana Firmino, Joaquim Arena, Avelino Chantre, Vera Cruz, Adriano Reis, Andredina Cardoso, Bilocas, Edna Lopes, Flávia Rocha, Jaclin Freire, Matísia Rocha, Reginaldo Spínola, Samira Lopes e William Brandão, entre outros que não pudemos integrar? E que a estes se juntaria Jon Luz, autor da morna que atravessa o livro, e de caminho interpretando Nonó.
O resto foi milagre de entusiasmo colectivo, vertido em 76 capítulos (perto de sete horas de audição), com direcção artística de Maria do Céu Guerra e sonoplastia e mistura de António J. Martins.

Ana Firmino, Flávia Rocha, Vera Cruz, Matísia Rocha, Marco Rocha, Celina Pereira, Jaclin Freire, Jon Luz, William Brandão, Avelino Chantre, Joaquim Arena, Reginaldo Spínola e Maria do Céu Guerra.
ouvir o terceiro capítulo da segunda parte:
www.buala.org/pt/palcos/chiquinho-1947-de-baltazar-lopes-em-audiolivroparticipam Marco Rocha (Chiquinho narrador), Adriano Reis (Andrezinho) e Jon Luz (Nonó).
Fonte: www.buala.org
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(às gargalhadas com Luís Aleluia)
O Luís Aleluia - o menino Tonecas, esta ligado a minha adolescência, aos meus primeiros passos no Teatro na Escola Salesiana no grupo Juvenil Dom Bosco - Cabo Verde.
Era fascinante para mim e demais Cabo-verdeanos , estarem atentos no final do dia para assistir os tão aclamados episódios do MENINO TONECAS.
Tornei fã e até fiz um sketche tentando imita-lo nos Salesianos, com o passar do tempo sonhei em cruzar com este grande actor, dar-lhe um abraço e dizer-lhe o quanto admiro, como este sonho tornou-se realidade, cá estou para partilhar com os meus amigos e colegas da arte, a concretização deste tão aguardado encontro com o nosso eterno menino Tonecas - Luis Aleluia.
Num belo dia, encontramos no Bairro Alto, dei-lhe o abraço, conversamos um pouco, fiquei muito feliz ao facto que tem acompanhado a evolução do teatro Cabo-verdeano e de ter boas referências do festival internacional de teatro - Mindelact.
Um abraço e que a tua humildade seja um exemplo a seguir por todos nós!
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"Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor" - Goethe
Em Janeiro´11 recebi um convite/desafio da Associação Kizomba em trabalhar com 25 criançasPublicada por Adriano Reis (conta.storia@gmail.com)
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Projecto de intervenção social / Comunitária, que pretende dar resposta às necessidades identificadas nas crianças, jovens e comunidade da freguesia de Agualva - Cacém:
VIV@CIDADE Festa Inaugural:
Sendo um dos técnicos do projecto, convida-vos amigos e colegas da arte de representar a marcar presença neste invento e descobrir porque é que o VIV@CIDADE é uma escolha com futuro!
Saudações Sociais!
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