Parabéns Viv@cidade pelo o primeiro aniversário de Inclusão Social
VIV@CIDADE em Agualva-Cacém
Agualva-Cacém é um dos grandes aglomerados populacionais que integra a faixa mais densamente povoada do concelho de Sintra, que se situa ao longo do eixo ferroviário. O crescimento abrupto verificado, sobretudo, nas três últimas décadas, provocou grandes desequilíbrios a nível urbanístico perturbadores da qualidade de vida e com impacto negativo na identidade e sentimento de pertença ao colectivo. A necessidade de intervir de forma sistémica junto das crianças e jovens tem sido identificada como urgente pelo Município e parceiros locais nas comissões sociais de freguesia. Com efeito, o território não dispõe de nenhuma organização com vocação para a intervenção comunitária/desenvolvimento local que permita trabalhar e monitorizar de forma permanente as problemáticas associadas aos jovens. A escola é o primeiro ponto de contacto institucional com essas problemáticas. Neste sentido, e de forma a promover oportunidades para percursos de vida que proporcionem a realização pessoal e o bem-estar dos indivíduos a opção passa por trabalhar em duas frentes: na escola, numa linha de prevenção do insucesso, do absentismo e do abandono, alavancas para a exclusão, e na “rua”, numa tentativa de reconquistar os jovens em risco ou já em situação de abandono e com trajectos de delinquência.
Apostar-se-á em simultâneo em dinâmicas que estimulem a aquisição das competências para o sucesso escolar, na educação não formal e nas abordagens artísticas. Estes processos serão ancorados no acompanhamento individualizado das crianças e jovens, numa perspectiva de aumento de competências e da participação, bem como de interactividade com a comunidade. O Projecto será desenvolvido no Agrupamento de Escolas António Sérgio e num espaço que se pretende venha a funcionar como uma referência para os jovens na cidade.
Fonte:http://vivacidade.programaescolhas.pt
Transformar o romance Chiquinho (1947), de Baltazar Lopes, em audiolivro foi até agora a tarefa mais ambiciosa da Boca. Desde logo pela grandeza da obra, fundadora da moderna literatura cabo-verdiana, e do seu autor, um dos mentores da revista Claridade e do movimento de emancipação cultural de que esta foi o órgão difusor e agremiador.
Texto polifónico, assente na oralidade, Chiquinho pedia também mais vozes do que as que cabiam no orçamento e no prazo acordados com o IAC – Instituto Açoriano de Cultura, numa encomenda que incluía a versão áudio de A Terra do Bravo, do escritor açoriano Carlos Enes, ambos destinados a integrar a plataforma de e-learning do programa “Chronos” – projecto de divulgação da cultura da Macaronésia.
Mas como resistir à tentação de fazer um casting, seleccionando de entre os filhos portugueses da diáspora caboverdiana os sotaques de que precisávamos para dar vida à fala daquele texto? E como prever que assim nos chegariam Marco Rocha, Celina Pereira, Ana Firmino, Joaquim Arena, Avelino Chantre, Vera Cruz, Adriano Reis, Andredina Cardoso, Bilocas, Edna Lopes, Flávia Rocha, Jaclin Freire, Matísia Rocha, Reginaldo Spínola, Samira Lopes e William Brandão, entre outros que não pudemos integrar? E que a estes se juntaria Jon Luz, autor da morna que atravessa o livro, e de caminho interpretando Nonó.
O resto foi milagre de entusiasmo colectivo, vertido em 76 capítulos (perto de sete horas de audição), com direcção artística de Maria do Céu Guerra e sonoplastia e mistura de António J. Martins.
Ana Firmino, Flávia Rocha, Vera Cruz, Matísia Rocha, Marco Rocha, Celina Pereira, Jaclin Freire, Jon Luz, William Brandão, Avelino Chantre, Joaquim Arena, Reginaldo Spínola e Maria do Céu Guerra.
ouvir o terceiro capítulo da segunda parte:
www.buala.org/pt/palcos/chiquinho-1947-de-baltazar-lopes-em-audiolivroparticipam Marco Rocha (Chiquinho narrador), Adriano Reis (Andrezinho) e Jon Luz (Nonó).
Fonte: www.buala.org


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